sexta-feira, 3 de abril de 2009

Título

Os olhos mentem dia e noite, a dor da gente.*
Meu grito sincero, meu peito aberto,
minha alma devaneia o que outrora a deixava cheia.

Me diga um valor, me deva uma dor,
dispense o amor. Mentira;

Eleve o sentido, disfarce o brilho,
apague os sentidos.
Porque só enquanto eu respirar vou me lembrar(de você).*

Me diga um valor, me mostre uma dor,
procure o amor. Verdade;

Perdoe os versos daquela poesia, que nela outrora, eu ainda me via.
Me dê um momento, não me deixe lembrar o que eu vendo.
Meu fracasso é a mentira que eu escondo, com a verdade que eu finjo que escondo; ele é bom, ele é contra, ele sabe que não dá conta, da mentira, da verdade, do fato que virou saudade.

Escrevo versos sem saber rimar, sinto amor sem saber amar. Ironia.
Sou complexo, sou só eu, sou o que o ar tende a falar.

Me deva um valor, pare minha dor,
perdoe um amor. (In)Certeza.

Clareza.
Tristeza. .


*(O Teatro Mágico - O anjo mais velho)

3 comentários:

Jonatas disse...

Bem vinda de volta ^^
e ai tudo bem?

Esther disse...

Amei o blog,os textos.

Bjo,visitarei mais vezes.

Karol Armstrong disse...

"minha alma devaneia"
*__*

"Eleve o sentido, disfarce o brilho,
apague os sentidos.
Porque só enquanto eu respirar vou me lembrar(de você)."

*__*


simplesmente amei =D

^^

(nossa fazia tempo que eu não visitava aqui)

:º)