terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

A sós

Fico pensando tanta coisa bonita e demasiadamente interessante para escrever, mais nada sai da ponta do lápis(imagine do teclado).
Sempre termino de escrever ou digitar com uma frase que para o leitor, não há nada que a ligue com o resto inteiro do texto. Bom, para mim, faz sempre um sentido maior.
A cada dia da vida pensamos apenas nas nossas preocupações, será que isso é exagero?
E se acabarmos pensando no amanhã ficaremos confusos, esperançosos e diremos que vamos mudar a cada dia, não mudando absolutamente(quase) nada. É perfeito(?).
Eu ainda ouço as mesmas músicas e lembro de quem me faz bem, de quem não me lembra, de quem não me quis bem, e o porquê de tudo, não sei.
A sós é o que eu penso deitada olhando pra o teto, as luzes do carro que chegou horas a pouco no estacionamento. Elas viajam pelo teto do meu quarto, estou só nele, mais nunca só. Penso comigo e converso com ele(Sim ele, o cara que briga comigo, está comigo e aparece quando eu chamo, desde criança. Eu me mudo, ele vem. Eu choro, ele abraça. Eu abraço, ele foge. Né André? É loucura, mais ele é a minha consciencia mais mulambenta, doce e calma. Quem é o André? É o nome de uma pelúcia que eu tenho desde meses de vida, mais na verdade ele é meu coração mesmo).

Todo mundo diz que a saudade é grande e que erramos. Dizemos que estamos arrependidos e até não voltamos. Dizemos que o amor é maior e que a compaixão não é pra isso. Dizemos que a calma é mais importante que a paciência(apesar deu discordar plenamente, sim, sou paciente).
Mais não sei, um dia então, paremos de dizer.
Acho que a saudade junto com o sentimento de amor, forte, os dois entrelaçados entre si, criam aquela famosa 'Dor no peito' ou no coração, que seja. Sempre sinto saudades, de tudo. Será que é por isso que sinto um peso enorme aqui dentro?


E como dizem os meus finais, terminaremos com aquela frase.

'Em algum lugar do tempo nós ainda estamos juntos. Pra sempre, estaremos juntos.'
Até mais.

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